Cuidado, muito cuidado!!!


É verdade e aconteceu com o amigo do vizinho do irmão do meu primo ....
Curitiba que era uma cidade tão pacata agora está se tornando muito violenta. Os bandidos estão cada vez mais criativos. As delegacias registraram mais de 14 ocorrências deste tipo só esta semana na capital.
Muito cuidado ao parar nos semáforos que tem aqueles malabaristas com fogo, pois enquanto vcs está assistindo ao show um outro malabarista vem por trás de seu carro e arremessa um coquetel molotov no capo, então você,com o carro em chamas, sai correndo desesperado, nesse momento vem um terceiro malabarista e joga um chipanzé adestrado dentro do seu carro, este chipanzé rouba o som e o que mais tiver no automóvel, depois disso dois falcões peruanos de caça dando razante sobre a sua cabeça, te distraindo, enquanto eles fogem num patinete motorizado verde musgo.


 

Foi

Neste último ano e meio tive contato, por mais de uma vez, com a morte... não foi comigo não... estou bem... Mas nesse tempo morreram minhas duas avós e dois primos, o último foi esse sábado, acidente de moto... como é foda... 20 anos, filho único. Devia existir uma lei universal, ou constar nos dez mandamentos: “nenhum pai vai enterrar o filho”. Essa é uma obrigação filial e não o contrário... Bem, quero deixar aqui minhas considerações para quando for minha hora: NÃO QUERO CANTORIAS!!! É deprimente... quero cachaça, isso mesmo, quero pessoas bêbadas ao meu redor... chorar pode...é normal e alivia, rezar um pai nosso tb não é de todo mal. Quero tb que as pessoas digam o que fiz de bom na minha vida...tipo: “foi um bom pai”, “um grande amigo”, “um ótimo amante”, “querido entre os seus”, “fez a diferença”... mas na verdade, o que mais gostaria que a galera falasse é: “Olha, ele está se mexendo”...


 

As 100 coisas a fazer quando me tornar um senhor do mal

1 - Minhas Legiões do Terror terão capacetes com visores de acrílico, e não placas tampando o campo de visão.

2 - Meus dutos de ventilação serão pequenos demais para alguém rastejar por eles.

3 - Meu nobre meio-irmão, do qual usurpei o trono, será morto, não mantido anônimo em uma cela esquecida em minha masmorra.

4 - Fuzilamento não é bom demais para meus inimigos.

5 - O Artefato que é a fonte de meu poder não será mantido na Montanha do Desespero, além do Rio de Fogo guardado pelos Dragões da Eternidade. Será mantido em uma caixa-forte convencional. Isso também se aplica ao objeto que é minha única fraqueza.

6 - Não irei me gabar da situação de meus inimigos antes de matá-los.

7 - Quando tiver capturado meu adversário e ele disser “Olhe, antes de me matar, pelo menos me conte sobre o que você planeja fazer.” Eu direi “não” e atirarei nele. Pensando bem, vou atirar nele e depois dizer “não”.

8 - Depois de raptar a linda princesa, iremos nos casar imediatamente em uma discreta cerimônia civil, não um espetáculo de três semanas de duração durante as quais a fase final de meu plano será implementado.

9 - Não incluirei um mecanismo de autodestruição a não ser que seja absolutamente necessário. Se o for, não será um grande botão vermelho escrito “Perigo, não aperte”. O grande botão vermelho “Não Aperte” irá disparar uma saraivada de balas em qualquer um estúpido o bastante para apertá-lo. Ao mesmo tempo, botões “LIGA/DESLIGA” não serão claramente indicados em meus painéis.

10 - Não levarei meus inimigos para interrogatório no centro de meu castelo. Um pequeno hotel, na periferia de meu Reino servirá perfeitamente.

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retomada

Pois é pessoal... volto novo... ou quase, ainda não dá pra esticar o braço... Mas fazer o que?? Várias novidades: a primeira é a foto ai do lado, tirada pelo velho Poletto durante minha cirurgia... HEHEHE... Macabro... Aquela coisa branca que o médico tá tirando com a pinça é o meu cristalino, que teve ter ido parar no aterro da caximba. A segunda é que sou professor... isso mesmo... estou dando aulas na ESSEI, Comunicação Dirigida e Introdução as Técnicas dos meios de comunicação. VAleu Analú e MArcel. Engraçado isso de dar aulas... tô tentando evitar ao máximo ser picareta.


 

Cotovelo quebrado

tô quebrado... teclar só com a esquerda é foda... pior é que foi bem a junta... maldito cotovelo...foi pra fita... acho que vou mudar o nome desse blog pra minha mão esquerda. quem estiver afim de assinar no gesso ainda tem espaço... quarta lá no james. Depois conto como foi.


 

Micha morreu... É, morreu mesmo... Morreu de velho, ou de tristeza, não sei. Micha: vou sentir saudades dos seus conselhos, das incríveis histórias que me contava, da sua vigília constante sobre as pessoas que gosto, vc foi um ótimo informante e serviu com presteza e devoção a todos os seus propósitos. Que Nemo te receba bem e que vc encontre a Beta que não encontrou na sua vida.

Hj...dia sem carro. Foi bom. Espero apenas 7 min no ponto, entro e ainda tem lugar pra sentar. Um velhinho simpático e falador senta ao meu lado e começa uma história da Curitiba da década de 20. Me contou do dia em que choveu burro no centro da cidade (que naquela época era a cidade toda)... é isso mesmo: choveu pedaços de Burro. Diz ele que chegou um grande carregamento de explosivos na Rodoviária (hj terminal do Guadalupe) que foram sendo descarregados e colocados na garupa de burros. Já dá pra perceber o final né? Explodiram 14 pobres burros. - Tinha pé de burro até no prédio da Federal, disse. Vai ver é por isso que essa cidade é assim... Fomos abençoados com carne de burro.


 

Mentira?

A História:

Vou chamá-la Pseudea. Ela está noiva e tem uma amiga. Agora que já temos os personagens, vamos construir a história.
Todas as manhãs Pseudea sai de casa à mesma hora e embarca no mesmo ônibus, no mesmo ponto, no mesmo horário. Duas horas mais tarde está no seu trabalho, pronta para iniciar sua rotina de oito horas. Desde que levanta até voltar para casa, tudo acontece “sempre igual”. Mas não naquela manhã quando saiu rumo ao ponto de ônibus. Naquela manhã foi muito diferente. No ponto imediatamente à frente do seu, um lindo jovem - um gato - entrou e sentou-se ao seu lado. O ônibus estava praticamente vazio, mas ele escolheu aquele lugar. Pseudea começou a ter agradáveis pensamentos, mas não quis permitir que tomassem forma. O recém-chegado não demorou muito para “puxar conversa”. Falou sobre o bom tempo que fazia (Será que vai chover?), sobre o estado precário daquele ônibus, sobre o trânsito... Mas gradativamente foi falando cada vez menos sobre as coisas e mais sobre suas impressões a respeito de Pseudea. Estava claro que ela havia chamado sua atenção. A conversa transformou-se num flerte e foi até um pouco além, gerando, inclusive, algumas pequenas confidências. É claro que ele não era o único falante. Pseudea participava. Mas era uma participação cuidadosa. Não que ela não estivesse encantada com sua companhia mas, como mandam as regras de convivência, não deveria parecer tão interessada que pudesse ser vista como uma oferecida, nem tão distante que parecesse que por ele não tinha nenhum interesse. Quando Pseudea estava chegando ao seu destino, o jovem convidou-a para um encontro. Ela desejou, mas afinal era noiva e gostava muito de seu noivo. Exatamente no momento em que pensava isto, ouviu uma voz dizendo: E daí? Esta voz não era uma visitante nova em sua mente. Vez por outra aparecia e Pseudea sempre a ouvia com atenção, embora às vezes fingisse uma espécie de surdez psíquica. Mas desta vez ouviu. Ouviu, gostou mas ficou indecisa. Era um gatão; o homem mais bonito com o qual havia conversado. Mas e o seu noivo? Pseudea, em dúvida, resolveu adotar a estratégia mais adequada para casos de indecisão: protelar. Então, quando seu admirador lhe ofereceu seu cartão, ela o aceitou, mas não confirmou um encontro. Apenas sorriu. Vamos ver...

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Grandes Verdades

1) Só vou por a "cabecinha", não vai doer e "se engravidar eu caso"!!!!
2) É claro que eu te amo.
3) O talão será enviado pelo correio em 5 dias úteis.
4) Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta.
5) Não nos procure, nós o procuraremos.
6) Pode deixar que eu te ligo.
7) Puxa, como você emagreceu!
8) Fique tranqüilo, vai dar tudo certo!
9) Quinta-feira sem falta o seu carro vai estar pronto.
10) Pague a minha parte que depois eu acerto contigo.
11) Eu só bebo socialmente.
12) Isso é para o seu próprio bem.
13) Eu estava passando por aqui e resolvi subir.
14) Estou te vendendo a preço de custo.
15) Não vou contar prá ninguém.
16) Não é pelo dinheiro, é uma questão de princípios.
17) Somos apenas bons amigos.
18) Que lindo é o seu bebê.
19) Você está cada vez mais jovem.
20) Eu nem reparei que você usava peruca.
21) Nunca broxei antes.
22) Você foi a melhor transa que eu já tive.
23) Não contém aditivos químicos.
24) Estou sem troco, leve um chiclete.
25) Obrigado pelo presente, era exatamente o que eu estava querendo.
26) Essa roupa é a sua cara.
27) Eu não pude evitar.
28) Tudo o que é meu, é seu.
29) Eu não sou candidato.
30) O trabalho engrandece o homem!
31) Isto vai doer mais em mim do que em você
32) Dinheiro não traz felicidade.


 

Dejavi

Vcs lembram do casal Sasha e Sasha e da cadela Dinara. Falta uma personagem que devo apresentar: o gato Besik (Diabinho em russo). Um persa bonito e ladino, com uma característica muito especial, o rabo do coitado foi quebrado quando ele ainda era filhote... tinha um ângulo de 90 graus... Isso era bem engraçado de ver.
O pobre nunca tinha dado uma na vida, tb, ficava presso no nono andar, e isso o incomodava muito, era fácil de perceber.
A diversão do pequeno diabo era circular pelo peitoril das janelas, desafiando a gravidade, como é comum para gatos, mas o rabo não ajudava muito, digamos que o equilíbrio do bichano não era dos melhores.
Num final de tarde gostoso estava eu assistindo TV e comendo pipocas quando vejo Besik andando no peitoril da janela da sala. Resolvi pregar uma peça no gato. Atirei uma pipoca na janela, por uma infelicidade, Besik caiu. É isso mesmo, caiu do peitoril do nono andar. Tadinho, pensei, morreu. Olhei janela abaixo e lá estava o pobre, todo quebrado, largado no chão. Já lá em baixo observo que besik ainda tinha algumas reações. Teve sorte. Algumas moitas apararam sua queda... Bem... a culpa que sentia era tão grande que tive que cuidar do gato. Depois de três logos dias alimentanto Besik com pão embebido em leite ele começou a demonstrar melhoras. Por mais incrível que pareça, depois de 14 dias o gato estava bom, novo, como se nada tivesse acontecido. Se vcs acharam isso difícil de acreditar, vejam o final da história: Cinco meses depois me vejo exatamente na mesma situação, final de tarde, assistindo TV, comendo pipocas e Besik novamente no peitoril da janela. Aquele instinto de sacanear o gato novamente passou em meu coração, peguei a pipoca... mas dessa vez não atirei, apenas bateu aquela vontade de jogar, mas não joguei... Olhei para o peitoril dizendo: dessa vez vou te poupar a vida. Mas nesse instante o gato caiu. Sozinho, sem pipoca nem nada. Escorregou e foi... Finalmente morreu.

Acredite se quiser.


 

A Bala. Pescador?

Tenho um grande mentor. O nome do indivíduo é Bonislau Stanhorski, ele trabalha na fazenda de meu avô. Ele conta histórias engraçadíssimas e mirabolantes e fica bastante indignado quando não acreditam nele. Eu, como bom amigo, nunca duvido das verídicas palavras de Bonislau, principalmente pq ele é um senhor de 98 anos, e nessa idade as pessoas não tem motivos pra mentir. Hoje ele me contou uma peripécia das melhores. Vamos a narrativa: Bonislau, apesar de idoso, é bastante ativo e adora se embrenhar mato a dentro pra viver grandes aventuras, ele mora pras bandas do oeste, em uma vila bem próxima a cidade de Vitorino... Bem... Lá estava Bonislau, perto de um rio cristalino, espingarda na mão e um tiro apenas na arma. Em uma árvore próxima, empuleirados, estavam 14 pombos em um mesmo galho. Esperto, Bonislau se postou alinhado aos pombos, mirou e atirou, acertou todos, por sorte o tiro ainda quebrou o galho que caiu na nuca de um veado que passava bem em baixo da árvore, o pobre bicho esperneou e acertou um coice na cabeça de uma anta, que caiu no rio. Foi buscar a anta na água e ao se levantar um pirarucu de quatro quilos ficou presso em seu bolso. Resultado: com apenas uma BALA levou pra casa 14 pombos, um veado, uma anta e quatro quilos de peixe...

Acredite se quiser.


 

Amor de Passarinho

Bem... A Pobre Sasha morreu de susto. Foi isso... Mas deixou alguém que chorou por ela, e muito. Sasha tinha um companheiro. Um mesmo companheiro por toda a vida de periquita, e olha que ela já era uma de meia idade. O seu consorte também se chamava Sasha (Sasha é como Lú...que serve tanto pra Lúcia como pra Lúcio, mas nesse caso vem de Alexandre e Alexandra). Era o casal Sasha & Sasha, uma dupla linda e que se dava muito bem. Ele era verde, forte e gentil, ela azul, linda e geniosa. Era ela quem mandava, charmosa, pedia agrados o tempo todo, fazia seu amante batalhar sempre, ele suava a duras penas pelo prazer de estar com ela... Lembro de como ele a tratava com carinho, bicando suavemente as penas das asas dela caçando parasitas... Bem, vcs já devem ter percebido que era uma relação sólida, séria e de longa data. Ambos eram leais e companheiros, se amavam muito e compartilhavam a esperança de um futuro comum. MAs o destino, através do estridente latido de Dinara, interrompeu a busca dos amantes... ele ficou sozinho... Aos poucos foi se dando conta da falta da companheira... Cantava triste... Cabisbaixo, não saia do ninho, aparecia raramente e não comia mais. Eu morria de pena, meu coração triste batia junto ao dele... mas pensei que iria esquecer, acreditava que memória de passarinho durava pouco... em breve ele esquece... mas não... Depois de ver aquela agonia toda durar por mais de dois meses (que deve ser uns dois anos pra gente) resolvi abrir a janela, dar liberdade aquele pobre coração, pra que ele fosse em busca de um novo amor... mas não foi... chegou bem perto da janela aberta e não voou... não queria... acredito que ele não via mais um porque... Nesse instante, em um ímpeto final, ele deu um vôo razante por toda a cozinha, a porta do banheiro estava aberta e ele mergulhou... escutei apenas o tibum do corpo caindo na água... O pequeno coração não aguentou a perda. Suicidou-se na privada.

Aprendi muito com esse amor de passarinho.

Acredite se quiser.


 

O fim da Periquita

Adorei a calorosa recepção nesse conceituado grupo virtual... ADOREI MESMO... Fiquei até comovido...

A pedidos vou contar uma história incrível, que aconteceu comigo em 1994, em um singelo outono russo, na cidade de Krasnodar (para os mais íntimos ao idioma: Cidade Vermelha). Primeiro devo deixar claro que não é mentira... parece, mas não é!!! Alguns incrédulos teimam em não acreditar... de qualquer forma aqui vai: Morava em uma casa de familia, papai, mamãe, duas meninas, um cachorro Colie, um gato e dois periquitos, os animais viviam soltos pelos cômodos... Coisa linda de se ver, os passarinhos voando e cagando... As personagens principais dessa história são o periquito fêmea, de nome Sasha e a cadela, chamada Dinara, que era viciada em queijo. Estava eu na cozinha, de manhã. Caridoso como sou cortei um naco de queijo e lancei ao chão para Dinara, a desavisada Sasha pousou sobre o pedaço de queijo e começou a comer. Dinara, esperta, veio devagarinho, passo a passo, tinhosa veio rastejando com o fucinho rente ao chão. Ela chegou bem pertinho, cerca de um palmo da periquita e esta nem percebeu... Incrédulo eu observava a situação. O que vai acontecer?? DInara vai comer a pobre piriquita? Assustá-la apenas? Bem, a cena que se seguiu foi arrepiante e até hoje, ao me lembrar, sinto calafrios. ELa latiu... um latido estridente e forte... A periquita nada fez... ficou completamente imóvel... não alçou vôo, como era de se esperar... Em menos de um segundo todas as suas penas se arrepiram e a coitada caiu pro lado... O pequeno coração não aguentou. Morreu de susto.

Acredite se quiser.


 

Flecha perdida

Não foram os bandidos cariocas que inventaram a bala perdida não... foram os índios... Explico: Fria manhã de junho, férias escolares. Sete anos tinha. Estava no meio da tundra russa... Isso mesmo, tundra russa... Rapozas... corvos... ursos... lobos... índios... esses índios... foram eles os culpados. Eu... uma criança... no Meio da tundra... fui vítima de uma flecha perdida. Bem... é isso... quem me conhece sabe... não respondo à pessoas que estão no meu lado direito... não que seja rude, ou tenha preconceitos quanto a pessoas do meu lado direito... não é isso... Sou cego mesmo... não vejo patavinas com o olho direito... Então... se quiser falar sério comigo... olhando nos olhos... olhe o esquerdo... por isso do nome: Meu Olho Esquerdo...


 

aqui começa a visão do olho esquerdo

Só pra saber como funciona mesmo. Nem postei nada e já tenho comentários.....eta...fiquei com inveja dos meus amigos...todos escrevem nesse negócio aqui.....


 

Primeiro post

Este é só o primeiro post.


 
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